Quinta-feira era sempre assim, os quatro se reuniam pra jogar pôquer na casa do Manuel.
Era uma casa de vila, na (tijuca de SP), com telhado baixo e infiltração por todo lado, na porta de entrada, escrito em tinta preta, dizia "enquanto um homem tiver vinhos e cigarros ele pode resistir".
Zózimo, Thiago, Bóres e, naturalmente, Manuel. Era assim há 8 anos, mas dessa vez era dierente, Victor, O Fênix, estava lá e nenhum dos 4 gostava disso. Afinal, porque o signore da máfia russa de SP teria aperecido de sopetão para jogar pôquer com 4 ladrõezinhos de carro e o pior, como ele estava limpando o bolso de 4 velhos de guerra daquela maneira?
Depois do jogo, 1000 reais mais pobre, Zózimo não aguentou mais.
- Escuta aqui, seu Victor, o senhor vem, invade nosso jogo, tira nosso dinheiro e agora? Pode acabar com a papagaiada, manda o papo!
Victor sorriu para o negro e, olhando agora para os 4 homens, respondeu (com seu irrecuperável sotaque russo, do qual se orgulhava como um filho):
- Bom cavalheiros, creio que nosso amigo esteja com a razão. Não vi aqui para ganhar de vocês esses míseros 4000 reais. Vim aqui porque tenho uma proposta para os senhores. Uma proposta que pode render-lhes a aposentadoria.
- Qual o lance? respondeu Thiago, já desconfiando do que se tratava a proposta.
- Um banco, o BC de São Paulo..
- Quanto? perguntou Manuel, ainda sem ter certeza se deveria fazer essa pergunta.
- 50 milhões em notas limpas. 7 pra cada.
Os quatro se entreolharam
- Por que a gente? perguntou Zózimo.
- Porque O Toba me passou o contado de vocês e disse que eram de confiança.
- Éramos de confiança a 20 anos atrás, naquele tempo a coisa era diferente. Estamos enferrujados, cara. Disse Thiago.
- Vocês terão tempo para se atualizar, tenho certeza que aprendem rápido.
Nisso Victor se levanta, veste seu paletó e começa a se retirar.
- Estarei aqui na próxima quinta para ouvir sua resposta, espero que o cacife seja mais alto.
FIM DA CENA
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Cena - Toba - Operação Judas
É importante ir sempre para onde os pés estão indo, mas naquele fim de tarde, Toba estava tão bêbado que mal lembrava que possuía pés. Porém, ir para casa era vital naquele momento, havia assaltado um mercado apenas poucas horas antes e terminado o porre que sempre sucedia um de seus assalto. Estava quase chegando em seu carro... “só mais uns passos,” pensava ele, enquanto seu casaco de couro pesava-lhe os ombros. Suas mãos trêmulas tentavam descobrir em qual dos bolsos de seus jeans estavam as chaves do Santana.
Do outro lado da rua, um homem de porte sinistro o observava, e segundos antes de Toba alcançar o seu carro o homem se pronunciou:
- Pedro “Toba” Luz!
Toba ficou paralisado por um segundo, mas um instante depois a adrenalina substituiu o álcool em seu sangue. Toba imediatamente havia reconhecido a voz de seu antigo captor.
- Não gosto que me chamem de Toba. Esse apelido não me pertence mais. Já paguei por esses crimes. O que você quer comigo?
- Tenho uma proposta para você... uma proposta que você gostaria de ouvir.
- Não me interessa, não estou mais mexendo com essas porras.
- Mas garanto que ainda mantém seus contatos.
- Ainda tenho amigos. Mas o que com isso? Respondeu Toba com insegurança.
Jorge sorri, com a ponta da boca, um sorriso triunfante, invisível para os olhos cansados do velho. Ele enfia a mão no bolso interno de sua jaqueta de couro e retira um envelope:
- Nada, apenas quero entrar em contato com alguns deles. Terá sua ficha completamente limpa. Inclusive pelo seu pequeno incidente de hoje.
Nisso, entrega o envelope para Toba que, ao abri-lo, descobre fotografias do seu assalto daquele dia. “O filho da puta estava me seguindo!” pensou ele com raiva:
- Escuta aqui, seu merdinha, eu ouvi algumas coisas enquanto estava na cadeia, sei o que você e sua agência fazem. Se alguma merda acontecer comigo, ou se eu for preso essa porra toda que eu sei vai ser capa da Folha, tu tá na minha mão.
Jorge termina de guardar os óculos escuros, e logo em seguida pega o velho pela camisa e atira-o no capô de seu carro. No que Toba atinge o carro, Jorge chuta a parte de baixo de suas pernas fazendo com que ele caísse no chão. Ele está derrotado.
Acende um cigarro em seguida saca sua pistola 9mm, agacha-se perto de Toba, com a pistola encostada na testa do velho e sussurra em seu ouvido num tom ameaçador:
- Se você pensar em abrir a boca sobre qualquer merda que cê acha que ouviu, seu bandidinho cheirador de cu, eu arranco seus dentes com as mãos agora mesmo e faço você mastigar eles até conseguir dizer: “eu queria estar morto”. Você tem um minuto pra pensar antes que eu resolva perder minha paciência e decidir descobrir se essa sua cabeça imbecil é dura o suficiente para agüentar uma bala. Agora, você vai parar de bancar o babaca e fazer o que eu estou falando ou não?
Toba perde a ação completamente por alguns segundos, até que consegue responder:
- Não, não, respondeu Toba quase choramingando, eu te dou os telefones, eu te dou telefones!
- Ótimo, disse Jorge guardando a arma e estando a mão para ajudar o velho a levantar, vamos até sua casa e você pode me entregar seu velho caderno de telefones.
- E quanto a minha absolvição imediata? Perguntou Toba, ainda assustado.
- Tudo será resolvido em seu tempo.
Os dois entram no carro de Toba, com o próprio ao volante. Jorge joga fora seu cigarro e entra pela porta do carona, senta-se, coloca o cinto de segurança e em seguida pega sua pistola e seu celular. Liga para O Fênix.
- Estou com ele, terei os contatos em alguns minutos.
Dito isso, desliga o celular.
FIM DA CENA.
Do outro lado da rua, um homem de porte sinistro o observava, e segundos antes de Toba alcançar o seu carro o homem se pronunciou:
- Pedro “Toba” Luz!
Toba ficou paralisado por um segundo, mas um instante depois a adrenalina substituiu o álcool em seu sangue. Toba imediatamente havia reconhecido a voz de seu antigo captor.
- Não gosto que me chamem de Toba. Esse apelido não me pertence mais. Já paguei por esses crimes. O que você quer comigo?
- Tenho uma proposta para você... uma proposta que você gostaria de ouvir.
- Não me interessa, não estou mais mexendo com essas porras.
- Mas garanto que ainda mantém seus contatos.
- Ainda tenho amigos. Mas o que com isso? Respondeu Toba com insegurança.
Jorge sorri, com a ponta da boca, um sorriso triunfante, invisível para os olhos cansados do velho. Ele enfia a mão no bolso interno de sua jaqueta de couro e retira um envelope:
- Nada, apenas quero entrar em contato com alguns deles. Terá sua ficha completamente limpa. Inclusive pelo seu pequeno incidente de hoje.
Nisso, entrega o envelope para Toba que, ao abri-lo, descobre fotografias do seu assalto daquele dia. “O filho da puta estava me seguindo!” pensou ele com raiva:
- Escuta aqui, seu merdinha, eu ouvi algumas coisas enquanto estava na cadeia, sei o que você e sua agência fazem. Se alguma merda acontecer comigo, ou se eu for preso essa porra toda que eu sei vai ser capa da Folha, tu tá na minha mão.
Jorge termina de guardar os óculos escuros, e logo em seguida pega o velho pela camisa e atira-o no capô de seu carro. No que Toba atinge o carro, Jorge chuta a parte de baixo de suas pernas fazendo com que ele caísse no chão. Ele está derrotado.
Acende um cigarro em seguida saca sua pistola 9mm, agacha-se perto de Toba, com a pistola encostada na testa do velho e sussurra em seu ouvido num tom ameaçador:
- Se você pensar em abrir a boca sobre qualquer merda que cê acha que ouviu, seu bandidinho cheirador de cu, eu arranco seus dentes com as mãos agora mesmo e faço você mastigar eles até conseguir dizer: “eu queria estar morto”. Você tem um minuto pra pensar antes que eu resolva perder minha paciência e decidir descobrir se essa sua cabeça imbecil é dura o suficiente para agüentar uma bala. Agora, você vai parar de bancar o babaca e fazer o que eu estou falando ou não?
Toba perde a ação completamente por alguns segundos, até que consegue responder:
- Não, não, respondeu Toba quase choramingando, eu te dou os telefones, eu te dou telefones!
- Ótimo, disse Jorge guardando a arma e estando a mão para ajudar o velho a levantar, vamos até sua casa e você pode me entregar seu velho caderno de telefones.
- E quanto a minha absolvição imediata? Perguntou Toba, ainda assustado.
- Tudo será resolvido em seu tempo.
Os dois entram no carro de Toba, com o próprio ao volante. Jorge joga fora seu cigarro e entra pela porta do carona, senta-se, coloca o cinto de segurança e em seguida pega sua pistola e seu celular. Liga para O Fênix.
- Estou com ele, terei os contatos em alguns minutos.
Dito isso, desliga o celular.
FIM DA CENA.
domingo, 22 de novembro de 2009
JORGE FONSECA
Passado: Filho de um editor de jornal e mãe dona-de-casa. Família classe média alta. Jorge Fonseca é formado em direito e psicologia pela USP. Ingressou na faculdade de direito aos 19 anos e se formou aos 24, concluiu psicologia aos 28, fez uma pós-graduação em psicologia criminal. Aos 32 ingressou na ABIN onde trabalhou como espião por 4 anos até que aos 36 foi indicado pelo “comissário” da agência para o processo de criação da “Operação Judas”. Dois anos depois, quando a operação foi concluída, começou trabalhar como o agente de campo do plano.
Conheceu a mulher na faculdade psicologia, casou aos 30 anos e ficou 11 casado. Vê os filhos nas férias escolares e sente falta deles. Divorciado há dois anos. A Mulher se mudou para BH, onde abriu uma clínica, logo depois do divórcio.
Ele e a mulher se separaram sem nenhum motivo específico, simplesmente estavam brigando demais.
História profissional: Trabalha para a ABIN. Sua ocupação é planejar assaltos à bancos para que os criminosos sejam presos em flagrante. Ganha 8 mil reais por mês, classe média de SP
História Pessoal: 43 anos de idade, uma irmã 2 anos mais velha, pai aposentado e resmungão, mãe falecida, divorciado, dois filhos que moram em Minas com a mãe, um de 8 e um de 4.
Não é muito social, mas não chega a viver isolado. Tem uma namorada de quem não gosta muito. Ela dorme na casa dele 3 vezes por semana.
No trabalho é bem visto e todos respeitam sua posição. É amigo pessoal do comissário da ABIN.
História privada: Jorge mora sozinho no apartamento de 3 quartos do ex-casal. Costuma beber vinho e ler quando sua namorada não dorme lá. De vez quando recebe amigos em casa. Não faz exercício, mas tem um corpo normal. Fuma cigarro e gosta de cinema.
Necessidade do personagem: Jorge é apaixonado por criminologia. Especializado na mente criminosa, ele adora estudar planos de grandes roubos e deseja criar e derrubar o “roubo perfeito”.
Ponto de vista: Jorge é de centro esquerda. Não se sente culpado pelo divórcio e gosta de ser solteiro. Não escuta muita música, prefere os livros. Seus assuntos favoritos são Michel Foucault, advogados, psicólogos criminais, história. Leu os clássicos dos romances mas não tem um romancista favorito.
Passado: Filho de um editor de jornal e mãe dona-de-casa. Família classe média alta. Jorge Fonseca é formado em direito e psicologia pela USP. Ingressou na faculdade de direito aos 19 anos e se formou aos 24, concluiu psicologia aos 28, fez uma pós-graduação em psicologia criminal. Aos 32 ingressou na ABIN onde trabalhou como espião por 4 anos até que aos 36 foi indicado pelo “comissário” da agência para o processo de criação da “Operação Judas”. Dois anos depois, quando a operação foi concluída, começou trabalhar como o agente de campo do plano.
Conheceu a mulher na faculdade psicologia, casou aos 30 anos e ficou 11 casado. Vê os filhos nas férias escolares e sente falta deles. Divorciado há dois anos. A Mulher se mudou para BH, onde abriu uma clínica, logo depois do divórcio.
Ele e a mulher se separaram sem nenhum motivo específico, simplesmente estavam brigando demais.
História profissional: Trabalha para a ABIN. Sua ocupação é planejar assaltos à bancos para que os criminosos sejam presos em flagrante. Ganha 8 mil reais por mês, classe média de SP
História Pessoal: 43 anos de idade, uma irmã 2 anos mais velha, pai aposentado e resmungão, mãe falecida, divorciado, dois filhos que moram em Minas com a mãe, um de 8 e um de 4.
Não é muito social, mas não chega a viver isolado. Tem uma namorada de quem não gosta muito. Ela dorme na casa dele 3 vezes por semana.
No trabalho é bem visto e todos respeitam sua posição. É amigo pessoal do comissário da ABIN.
História privada: Jorge mora sozinho no apartamento de 3 quartos do ex-casal. Costuma beber vinho e ler quando sua namorada não dorme lá. De vez quando recebe amigos em casa. Não faz exercício, mas tem um corpo normal. Fuma cigarro e gosta de cinema.
Necessidade do personagem: Jorge é apaixonado por criminologia. Especializado na mente criminosa, ele adora estudar planos de grandes roubos e deseja criar e derrubar o “roubo perfeito”.
Ponto de vista: Jorge é de centro esquerda. Não se sente culpado pelo divórcio e gosta de ser solteiro. Não escuta muita música, prefere os livros. Seus assuntos favoritos são Michel Foucault, advogados, psicólogos criminais, história. Leu os clássicos dos romances mas não tem um romancista favorito.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
NINGUÉM ROUBA PARA SER PRESO
Esse é o resumo de um filme que eu estou tentando escrever. preciso de opiniões principalmente quanto ao final.
ATO I
Um roubo de banco falso. Policial tem como missão desenvolver esquemas de roubo de banco, coagir bandidos a participar e armar para que eles sejam presos em flagrante no final e com isso facilitar o julgamento. O policial trabalha como “parceiro anômino”, sempre ajudando à distância. E nunca revelando sua face aos bandidos. Depois de seguidas missões ele fica tentado (por que?) a finalmente finalizar um roubo e fugir com o dinheiro.
ATO II
Ele cria um esquema de roubo perfeito e começa a montá-lo com ajuda de um mafioso “picudo”, que ouve falar do esquema da polícia e começa a desconfiar do personagem principal. Este passa por sucessivos problemas de organização até que começa a ter crises de consciência depois de descobrir que o comissário responsável pelo esquema da policia tem interesses financeiros/políticos no sucesso da operação. No dia do roubo está indeciso sobre o que fazer – desistir e fazer disso apenas outra missão, ou seguir a diante e fugir como criminoso.
ATO III (1)
O roubo começa a acontecer e tudo corre como planejado para os dois lados. Vemos seqüências paralelas do roubo acorrendo e a policia se mobilizando. No final vemos que a policia estava no banco errado. A armação da policia é derrubada e ele foge com o dinheiro.
ATO III (2)
O roubo começa a acontecer e tudo corre como planejado para os dois lados. Vemos seqüências paralelas do roubo acorrendo e a policia se mobilizando. No final vemos que a policia estava no banco errado. A armação da policia é derrubada e o mafioso mata o personagem principal porque descobre que ele é policial.
Hugs and Kisses
Posted By: André Bacil
ATO I
Um roubo de banco falso. Policial tem como missão desenvolver esquemas de roubo de banco, coagir bandidos a participar e armar para que eles sejam presos em flagrante no final e com isso facilitar o julgamento. O policial trabalha como “parceiro anômino”, sempre ajudando à distância. E nunca revelando sua face aos bandidos. Depois de seguidas missões ele fica tentado (por que?) a finalmente finalizar um roubo e fugir com o dinheiro.
ATO II
Ele cria um esquema de roubo perfeito e começa a montá-lo com ajuda de um mafioso “picudo”, que ouve falar do esquema da polícia e começa a desconfiar do personagem principal. Este passa por sucessivos problemas de organização até que começa a ter crises de consciência depois de descobrir que o comissário responsável pelo esquema da policia tem interesses financeiros/políticos no sucesso da operação. No dia do roubo está indeciso sobre o que fazer – desistir e fazer disso apenas outra missão, ou seguir a diante e fugir como criminoso.
ATO III (1)
O roubo começa a acontecer e tudo corre como planejado para os dois lados. Vemos seqüências paralelas do roubo acorrendo e a policia se mobilizando. No final vemos que a policia estava no banco errado. A armação da policia é derrubada e ele foge com o dinheiro.
ATO III (2)
O roubo começa a acontecer e tudo corre como planejado para os dois lados. Vemos seqüências paralelas do roubo acorrendo e a policia se mobilizando. No final vemos que a policia estava no banco errado. A armação da policia é derrubada e o mafioso mata o personagem principal porque descobre que ele é policial.
Hugs and Kisses
Posted By: André Bacil
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Apanhado Geral 1987-2009
Já estamos quase em novembro e, como sempre acontece em novembro, falta um mês para o meu aniversário. De modo que eu decidi fazer um apanhado geral das minhas conquistas nestes 21 anos e 11 meses. Obviamente eu estou sendo egomaníaco mas como é MEU blogger e EU sou o ÚNICO leitor, foda-se =) Anyway:
André Bacil passou para a melhor universidade federal do país nas duas vezes que prestou vestibular.
André Bacil tem dois dos três diplomas de inglês mais reconhecidos do mundo (o único que ele não tem é o terceiro).
André Bacil tem um emprego (temporário) MUITO irado e divertido que além lhe dar dinheiro, status, currículo e café ainda permite que ele atualize seu blogger.
André Bacil tem um outro emprego (fixo) com uma das melhores relações dinheiro/tem de trabalho oferecidas pelo mercado.
André Bacil tem pelo menos 20 pessoas para quais ele pode ligar de Cascadura as 4 da manhã de uma quarta feira gritando "Fudeu! Venha pra cá agora" e ser atendido.
André Bacil já fez sexo com um número considerável de mulheres e de uma variação considerável de maneiras diferentes.
André Bacil tem caráter.
André Bacil, citando as palavras de sua própria progenitora, "não nasceu com o cu virado pra lua, nasceu com a lua dentro do cu."
André Bacil já soube desenhar, escreveu uma peça de teatro, alguns contos e participou de um ou outro projeto interessante envolvendo cinema.
André Bacil tem uma coleção de mais de 400 livros dos quais pelo menos 300 já foram lidos.
André Bacil conhece os efeitos sob o corpo e a mente proporcionados pelo Santo Daime, pela maconha, pelo cigarro, pelo álcool, pelo LSD, pela Sálvia, pelo excatsy, pelo óleo de motor e pelo álcool etílico em primeira mão.
André Bacil tem barba.
André Bacil já foi para Bariloche, Portugal, Paris e Londres, onde assistiu o Fantasma da Ópera e Spamlot.
Acho que é isso, não consigo pensar em mais nada realmente significativo, caso alguém se lembre de algo ao ler o post, coloque nos comentários.
Hugs and Kisses
André Bacil
André Bacil passou para a melhor universidade federal do país nas duas vezes que prestou vestibular.
André Bacil tem dois dos três diplomas de inglês mais reconhecidos do mundo (o único que ele não tem é o terceiro).
André Bacil tem um emprego (temporário) MUITO irado e divertido que além lhe dar dinheiro, status, currículo e café ainda permite que ele atualize seu blogger.
André Bacil tem um outro emprego (fixo) com uma das melhores relações dinheiro/tem de trabalho oferecidas pelo mercado.
André Bacil tem pelo menos 20 pessoas para quais ele pode ligar de Cascadura as 4 da manhã de uma quarta feira gritando "Fudeu! Venha pra cá agora" e ser atendido.
André Bacil já fez sexo com um número considerável de mulheres e de uma variação considerável de maneiras diferentes.
André Bacil tem caráter.
André Bacil, citando as palavras de sua própria progenitora, "não nasceu com o cu virado pra lua, nasceu com a lua dentro do cu."
André Bacil já soube desenhar, escreveu uma peça de teatro, alguns contos e participou de um ou outro projeto interessante envolvendo cinema.
André Bacil tem uma coleção de mais de 400 livros dos quais pelo menos 300 já foram lidos.
André Bacil conhece os efeitos sob o corpo e a mente proporcionados pelo Santo Daime, pela maconha, pelo cigarro, pelo álcool, pelo LSD, pela Sálvia, pelo excatsy, pelo óleo de motor e pelo álcool etílico em primeira mão.
André Bacil tem barba.
André Bacil já foi para Bariloche, Portugal, Paris e Londres, onde assistiu o Fantasma da Ópera e Spamlot.
Acho que é isso, não consigo pensar em mais nada realmente significativo, caso alguém se lembre de algo ao ler o post, coloque nos comentários.
Hugs and Kisses
André Bacil
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Nova Postagem
Isso aí galega que não comenta/lê meu blog.
Estou de volta ativa e desta vez com mais gadgets e extras! Lhamapaluca, director's cut!
Para inaugurar meu retorno triunfal as (às?) páginas da web nada melhor do que um assunto novo e de utilidade pública:
O BERNARD FUCKING CORNWELL VAI ESTAR NA BIENAL!!!
Uhul!
Sexta feira, 19:30 na bienal no |Riocentro
Aqui vai a programação:
http://www.bienaldolivro.com.br/programacao.aspx?pC=1&pP=16&pO=22&pM=21
Eu vou, você vai? Hein, hein, hein? Tem que ser muito orangotango albino pra perder isso!!!
Vou comprar meu ingresso!
Fui!
Estou de volta ativa e desta vez com mais gadgets e extras! Lhamapaluca, director's cut!
Para inaugurar meu retorno triunfal as (às?) páginas da web nada melhor do que um assunto novo e de utilidade pública:
O BERNARD FUCKING CORNWELL VAI ESTAR NA BIENAL!!!
Uhul!
Sexta feira, 19:30 na bienal no |Riocentro
Aqui vai a programação:
http://www.bienaldolivro.com.br/programacao.aspx?pC=1&pP=16&pO=22&pM=21
Eu vou, você vai? Hein, hein, hein? Tem que ser muito orangotango albino pra perder isso!!!
Vou comprar meu ingresso!
Fui!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
The tale of three little birds
Once upon a time, three little twin brother birds lived in the desert. The jealous bird Danny, the strong bird Pete, and the clever bird Alex. They were born from the same mother bird and they were born from the same father bird. But their parents had died long ago when the three of them were just three baby birds. And the little birds had nobody to feed them. And the time was passing and still they had nothing to eat. And so they died.
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